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“Marcas de guerra todos temos. Marcas de arrependimento não”. As memórias de Carlos Eugênio Paz, o guerrilheiro “Clemente”, sobre a luta armada (1966-1973)



“Sobrevivi para contar a história”.

Carlos Eugênio Paz, o “Clemente”

Assim Carlos Eugênio Paz – codinome “Clemente” -, resumiu sua trajetória de vida, desde que entrou nas fileiras da resistência à repressão, aos 15 anos, após ser aceito por Carlos Marighella na Ação Libertadora Nacional (ALN) para lutar contra o regime de exceção. Seu pai era admirador do integralismo de Plínio Salgado – “Ele sonhava que eu fosse estudar Engenharia Eletrônica na Alemanha e voltasse ao Brasil com um Mercedes Benz pra ele” – e sua mãe comunista e admiradora de Luís Carlos Prestes, e dois anos antes ele já ajudava os amigos de sua mãe, que fugiram da sede da UNE, após esta ser incendiada. Na época, morava em Laranjeiras e muitos que eram considerados “subversivos” dormiram escondidos em sua casa. Pertencia a uma classe média que almejava ser elite. “Elite é uma palavra que é interpretada de forma errada. Meu pai queria que eu estudasse e pertencesse à elite. Mas tive uma professora que foi muito feliz em definir o que de fato é elite. Elite é o que há de melhor, não aquilo que tem mais dinheiro, não o que é dominante. Elite é Cartola, é Garrincha, é ter educação, é gostar de ler, por exemplo”.

Almir Pernambuquinho tenta uma jogada. O Flamengo levou um “baile” do Bangu e houve uma briga generalizada em campo (1966)

O relato de Carlos Eugênio Paz aconteceu nesta terça (06/11/2012), como parte integrante da Oitava Quinzena de Literatura Latino-Americana, que acontece na Travessa do Leblon e tem a ditadura como tema principal este ano. O codinome Clemente surgiu de uma provocação de um amigo, em 1966, quando o rubro-negro Carlos Eugênio Paz sofria com a derrota do seu time para o Bangu  – o Flamengo perdeu por 3 a 0 para o Bangu, num jogo em que Almir Pernambuquinho, do time da Gávea, arrumou briga generalizada em campo. Um zagueiro do Bangu, que havia jogado muito bem naquele dia, se chamava “Ari Clemente”. Vem daí o codinome.

Hoje, aos 61 anos, Clemente – vamos continuar a chamá-lo assim – é professor de música – chegou a dar aulas numa creche, no Rio de Janeiro – e tem uma definição bem clara dos dias conturbados que antecederam e precederam o golpe: “Foi uma partida de futebol onde a direita da sociedade compareceu e a esquerda perdeu de W.O.” E arremata: “A esquerda não preparou a resistência, faltou ao encontro”. Decerto, foi uma luta desigual, já que as principais organizações de resistência ao novo regime – Ação Popular, Organização Revolucionária Marxista Política Operária (POLOP) e PCB/PCdoB – não estiveram coesas e preparadas para resistir e lutar em conjunto”.

Prejuízos decorrentes do golpe de estado de 1964? Para Clemente, muitos. Não foram apenas a locupletação dos militares, as mortes, as torturas e os desaparecimentos, mas principalmente as reformas de base que deixaram de acontecer e que alavancariam o país ao progresso, e por isso, o país paga até hoje esse insucesso. Jango tinha 58% de popularidade – e isso não era, na época, pouca coisa. “Havia um mito de que todo país estava contra Jango e isso não era verdade. Imagine o que seria o Brasil se o governo de Jango tivesse continuado?”

Carlos Marighella: o grande exemplo para “Clemente”

Entre o integralismo do pai e o comunismo da mãe, Clemente deixou-se fascinar pela liberdade. O contato com Marighella, em 1966, deu-se através de Alex de Paula Xavier, seu melhor amigo. Alex era filho de João Batista e Zilda de Paula Xavier Pereira – comandantes regionais da ALN e comunistas militantes do PCB. Chama a atenção, um fato, citado por Clemente: “Os comunistas estavam divididos. Muitos criticavam a postura do PCB, como um partido que estava eternamente querendo fazer uma revolução e não fazia. Os anos passavam e nada acontecia. Aí se organizaram grupos simpatizantes e um deles chamávamos de ‘Grupo Marighella do PCB’. Imagine um dirigente como Marighella, já com quase 60 anos e respeitado por toda a luta armada, conversando com um fedelho como eu? Isso demonstra a magnitude dele, e seu diferencial era justamente esse: saber ouvir a todos”.

Marighella ouviu tudo que Clemente tinha a dizer. E sugeriu algo inimaginável ao jovem rapaz de 15 anos: “Ele propôs que eu me alistasse e servisse no Forte de Copacabana. Ele queria que eu me formasse militar , justamente para pensar como um militar, dentro da ALN, de forma que em todas as nossas ações, ponderasse com a cabeça de um militar”. O ex-guerrilheiro cumpriu a ordem à risca e por ironia do destino chegou a ser condecorado com uma medalha pelos serviços prestados na guarnição. “Minha rotina era simples: servia no quartel, nas folgas saía pra rua e praticava as ações de guerrilha. Depois voltava pro quartel e tudo seguia normal. Numa das vezes, após ganhar a medalha resolvi provocar os companheiros de luta, mostrando a medalha. Mas imediatamente joguei ela num bueiro, na Av. Princesa Isabel, e disse a eles: ‘Essa medalha pra mim não vale nada, porque meu verdadeiro exército é o de Carlos Marighella’.”

O delegado Fleury, que chefiou a OBAN e impôs terror durante a ditadura

Com a separação de seus pais, Clemente recrutou a própria mãe para a luta armada: Maria da Conceição Sarmento da Paz, codinome “Joana”, foi fazer treinamento de guerrilha em Cuba e depois cursou enfermagem nas melhores escolas de Havana. “Mamãe nos foi muito útil, pois depois trabalhou em duas “clínicas” que tínhamos em São Paulo, para atender companheiros nossos, feridos em combates”. O ex-guerrilheiro acrescenta um dado impressionante: “Em junho de 1974 ela infelizmente ‘caiu’ (Nota: ‘cair’ era um termo utilizado pela guerrilha, na época, que significava que o companheiro tinha sido preso pela repressão) e foi barbaramente torturada durante um mês, pessoalmente pelo delegado Sérgio Paranhos Fleury – policial que comandava a Operação Bandeirantes (OBAN) e temido por todos. Mesmo torturada e sabendo que eu já me encontrava fora do Brasil (Clemente se exilou na França de 1973 a 1981), podendo dizer isso, ela negou informações aos torturadores”. Anos depois, já de volta ao Brasil, Clemente questionou esse fato a ela e a resposta foi direta: “Uma mãe jamais entrega o filho”.

As Marchas da Família com Deus pela Liberdade: de 500 mil a 1 milhão de pessoas nas grandes capitais

Mas quem apoiava o golpe de estado? Quais as forças da sociedade que comungavam com o regime? Clemente não pensa duas vezes e diz: “A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), a Associação Brasileira de Imprensa (ABI), a Igreja Católica e o empresariado nacional, compactuados com os EUA ‘pediram’ o golpe aos militares. Agora que temos uma Comissão da Verdade, é chegada a hora de assumirmos as nossas verdades”. E complementa: “Essas mesmas instituições que citei, hoje posam como democráticas, defensoras dos direitos humanos, mas 30, 40 anos atrás, não faziam isso”.

A ALN existiu organicamente de 1966 até dezembro de 1973. Chegou a ter cerca de 15 mil combatentes, espalhados por todo o território nacional. Clemente faz um testemunho importante: “Ao verificarem que existia, sim, uma resistência, os militares centralizaram a repressão na OBAN, que era mantida através de uma ‘caixinha’ que circulava entre os maiores nomes do empresariado nacional – nomes como Amador Aguiar, do Bradesco, e Octávio Frias de Oliveira, do Grupo Folha, eram vistos nessas reuniões. E você sabe onde essas reuniões aconteciam? Na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP)! E o ministro Delfim Neto comparecia a quase todas essas reuniões!”.

Henning Albert Boilesen e o Ministro da Fazenda Delfim Netto

Ministro da Fazenda entre 1967 e 1974, Antonio Delfim Neto se orgulhava de ter promovido o “Milagre Econômico”, que nada mais era, na verdade, do que o arrocho aos salários dos trabalhadores e o lucro dos empresários. Mas porque então a OBAN era subsidiada pelos empresários e não pelo governo, que detinha a “máquina” e poderia jorrar recursos para aquela organização, quando bem entendesse? Clemente é direto na resposta: “A OBAN foi uma tentativa de comprometer o empresariado, no estilo: ‘OK, demos o golpe, agora é com vocês’.”

Um renomado empresário era destaque nessas reuniões, justamente a pessoa responsável em passar a ‘caixinha’ entre seus colegas: Henning Albert Boilesen, um empresário dinamarquês, presidente do Grupo Ultragaz, que vendia butijões de gás nas residências paulistanas. No documentário “Cidadão Boilesen”, de Chaim Litewski, o empresário é apresentado como uma pessoa com personalidade doentia, desde a infância. Tanto que uma das diretoras da escola onde estudou apresenta as anotações feitas em seu boletim, que informavam que ele tinha prazer em ver o sofrimento dos amigos. Clemente conta que a ALN tinha informantes “do lado de lá” (na repressão) também e que todas as fontes informavam que “um cidadão bonito e elegante, que não era militar, se juntava às vezes à sessão de tortura, fosse para assistir ou então participar – geralmente queimando partes dos corpos dos presos com uma barra de ferro usada para marcar gado”.

Boilesen e sua esposa: atitudes suspeitas desde a infância

A práticas de tortura, por sinal, variavam bastante: “Alguns dos nossos companheiros sofreram com a chamada ‘Coroa de Cristo’, uma estrutura circular, cravejada de lanças de ferro pontiagudas, colocadas na cabeça dos presos e apertadas manualmente pelos torturadores, que chegavam a explodir o crânio dos companheiros”. Clemente faz hoje uma distinção bem clara sobre o que pensava da tortura: “Uma coisa que eu respeitava era o combatente – podia ser o repressor ou nós. Mas a tortura eu não respeitava, porque não era uma prática decente, era injusto e desigual”.

Como então se deu o envolvimento da ALN com o “justiçamento” de Henning Boilesen?

“Sabendo da ligação de Boilesen com o financiamento da OBAN – reparamos que a Ultragaz inclusive cedia seus veículos para as ações de repressão – e sua participação nas sessões de tortura, tínhamos a intenção de seqüestra-lo, negociando sua liberdade em troca de presos políticos que estavam confinados. No entanto, faltando cinco dias para nossa ação, em 5 de abril de 1971, Devanir José de Carvalho, codinome “Henrique” – um de nossos companheiros – caiu, e sob tortura, informou à repressão nossa intenção de seqüestro”. Eram tempos difíceis e a repressão já mandara um recado à direção da ALN: “Qualquer dirigente ou membro da ALN que fosse preso, mesmo colaborando conosco, não sairá vivo”. Sem dúvidas, uma política de extermínio. “Devanir foi torturado até a morte e depois de morto, seu corpo foi pendurado pela nuca num garrote de açougue, na sede do DOPS, como troféu”, confidencia, emocionado, Clemente.

Nesse momento, então, a ALN resolveu “justiçar” a morte de seu companheiro de luta, assassinando Henning Boilesen. A programação era acompanhar e estudar seus passos por alguns dias e matá-lo na primeira oportunidade. É comum, atualmente, na tentativa de se romantizar o passado, imaginar que tanto as ações de repressão e principalmente as ações de guerrilha aconteciam perfeitamente, sem contratempos.

Não foi o caso da programação do assassinato de Boilesen. “Sabíamos que ele ia visitar o filho e seu trajeto para chegar até a casa da ex-esposa. Só não contávamos que justamente naquele dia ele iria se atrasar. Um companheiro nosso, Antonio Sergio de Matos, codinome “Uns e outros”, chegou até a brincar naquele momento, quando estávamos no carro nos preparando para a ação, dizendo ‘Pô, o cara é muito irresponsável mesmo, se atrasa até no encontro com a morte!” (“Uns e Outros” morreu alguns meses depois, numa emboscada feita pela repressão).” “Naquele momento, nossos companheiros que estavam na ação, me perguntaram: ‘E agora? Continuamos?’ A palavra final foi minha: ‘Vamos em frente’.”

O assassinato de Boilesen chocou a sociedade

Boilesen saiu da casa, dirigiu seu carro por algumas ruas e, na Alameda Casa Branca, em São Paulo, foi morto pela ALN, com um tiro de fuzil na cabeça e oito tiros de metralhadora. A mesma Alameda Casa Branca onde, dois anos antes, Carlos Marighella foi morto pelo delegado Sergio Paranhos Fleury. Clemente jura de pés juntos que o fato do endereço da morte de Boilesen ser o mesmo da morte de Marighella, foi mera coincidência: “Foi acaso do destino”.

E porque a ação da guerrilha na luta armada gerou tantas antipatias, ao longo dos anos? Porque será que um guerrilheiro brasileiro, que pegou em armas, é visto até hoje, com reticências, se em comparação, Che Guevara se transformou num mito romantizado de Nuestra America e mundialmente reverenciado pelos jovens? “É porque é belo analisar os fatos à distância, é menos criticável, do que o que acontece em nosso país. A violência de “Che” era a mesma, você já leu o ‘Diário de Sierra Maestra’? Está tudo ali. Che amarrou uma pessoa numa árvore e deu um tiro na cabeça. E aí? Não foi igual?”.

Até hoje permanece obscuro um episódio ocorrido dentro da própria ALN: o justiçamento de Márcio Leite de Toledo, condinome “Márcio”, que era um dos comandantes da organização (Clemente era o Coordenador Militar).

Clemente então esclarece o que de fato aconteceu:

Márcio Leite de Toledo, o “Márcio”

“Marquei com o Márcio e o Joaquim Câmara Ferreira (codinome “Toledo” e uma das figuras mais proeminentes da luta armada, sucessor de Marighella na ALN e líder do seqüestro do embaixador estadunidense Charles Elbrick) de encontrá-los num aparelho (Nota: “aparelho” era o nome dado pelos guerrilheiros a uma casa/instalação usada nas ações). Na hora marcada, nenhum dos dois apareceu. Estranhei o fato. Passados 45 minutos me dirigi a um segundo aparelho (era de praxe ter endereços alternativos, de modo a confundir perseguidores). Nada. Pensei então que os companheiros haviam caído na mão dos repressores.”

Para Clemente, o mais difícil, naquele momento, foi a decisão de convencer os demais militantes da ALN, de continuar a luta, sem a liderança dos dois companheiros que tinham sumido. Com os olhos marejados, afirma: “Imagina você chegar pra uma pessoa e ‘pedir’ pra que ela siga com você na luta, estando sujeita a morrer a qualquer momento?”.

Joaquim Câmara Ferreira, o “Toledo”: sucessor de Marighella na ALN

Dias depois, o sumiço de “Toledo” foi esclarecido: José da Silva Tavares, codinome “Vítor” (que anteriormente militara na Corrente – uma dissidência do PCB – e freqüentara um Curso de guerrilha em Cuba) fora capturado e levado para Belém, onde sob tortura, entregou a localização do líder da ALN. Não só entregou “Toledo”, como também mudou de lado e passou à condição de repressor – hoje, é um alto executivo da FIAT. “Toledo” foi preso, torturado e morto num sítio clandestino pertencente ao delegado Sergio Paranhos Fleury.

Passaram-se 42 dias até que “Márcio” aparecesse novamente para Clemente. “Fiquei surpreso em vê-lo vivo, como se nada tivesse ocorrido. Perguntei a ele o que tinha acontecido e me surpreendi mais ainda com a resposta”:

“Pensei que era hora de me preservar”, disse o militante sumido.

Segundo Clemente, “Não tinha outra coisa a fazer senão desligá-lo do comando da ALN. Mas aceitei reintegrá-lo como membro de luta, desta vez no grupo de fogo, responsável por portar a metralhadora e dar cobertura a outros companheiros nas ações que iríamos realizar”.

O ex-guerrilheiro novamente mostrou-se arrependido. “Na primeira ação que fizemos, ao ver a aproximação da polícia, o que fez ‘Márcio’? Jogou a metralhadora no carro e saiu correndo, deixando dois de nossos companheiros descobertos – mesmo após tiroteio, eles conseguiram sair vivos”.

José Dirceu: o segundo, da esquerda para a direita

“Essas atitudes dele foram consideradas suspeitas por todos nós. O companheiro estava vacilando conosco. Pensávamos que podia ter passado para o outro lado, da repressão. Então chamamos ele para uma conversa e propomos que ele saísse do Brasil, por seis meses, para qualquer destino – Europa, Cuba, Chile (Nota: na época Allende ainda era o presidente) -, que nós bancaríamos e depois de seis meses, ele poderia fazer o que quisesse da vida, poderia sair da organização. Considerávamos seis meses o tempo certo para que mudássemos as rotinas da ALN, de modo que ele não soubesse mais nossos segredos”.

Márcio não quis sair do Brasil. Mesmo com a proposta, bateu o pé e quis continuar na organização. “Aí realmente não tínhamos outra saída, senão decidir por seu justiçamento. Mas é importante esclarecer que não foi uma decisão apenas minha ou de três ou quatro pessoas. Consultamos as várias coordenações regionais da ALN até decidir a sentença. E coube a mim fazer o justiçamento”.

Carlos Eugênio Paz, o “Clemente”: “Nenhum arrependimento. Faria tudo novamente, se fosse preciso”.

As memórias do período são muitas e intensas. A conversa com Clemente poderia render outros assuntos, confidencias e relatos. O ex-guerrilheiro afirma que se hoje ainda tivesse 20 anos de idade, faria as mesmas coisas, sem arrependimento. Segundo ele, lutava por uma “democracia” – hoje é difícil atribuir um significado a essa conceito, que pode gerar múltiplas interpretações. “Marcas de guerra todos temos. Marcas de arrependimento não”. Justamente por isso, ele se propôs a contar um pouco do período em que viveu e lutou pelos ideais que acreditava – e ainda acredita. Um período nebuloso e que agora precisa de uma Comissão para que se façam surgir suas verdades.

Texto: Fabrício Augusto Souza Gomes

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